Dido e Aeneas

Direção: Deborah Warner

Ópera em um prólogo e 3 atos de Henry Purcell 

Cantado em Inglês – 2008 – 65’ 

Direção musical: William Christie 

Opéra comique – Paris 

Orquestre et Choeur des Arts Florissants 

Filmado por: François Roussillon 

Com: Malena Ernman, Christopher Maltman, Judith van Wanrij, Hilary Summers, Lina Markeby, Céline Ricci, Ana Quintans, Fiona Shaw.
 
Uma co-produção: Opéra Comique, ARTE France, François Roussillon et Associés 

Tendo como cenário uma pensão para moças, a obra é inteiramente escrita (com exceção de Aeneas) por vozes femininas. É a história da ligação fatal entre uma mulher imperiosa e autoritária e um homem fraco e covarde. 

A Inglaterra da Era Barroca quase não conheceu o gênero operístico. O grande movimento puritano que acompanhou a revolução de Cromwell teve por conseqüência, por várias décadas,  a dispersão dos músicos ingleses. Na época da restauração da monarquia, em 1660, a música inglesa estava quase morta por falta de músicos. Purcell então compôs algumas admiráveis « máscaras » (comédias que misturavam canções e balé)  mas elas não chegavam a ser propriamente óperas. Didon e Aeneas, primeira ópera inglesa, é portanto uma exceção na historia da música do país e foi encenada apenas quando o autor era vivo. Apesar de ser uma ópera «em miniatura», possui enorme riqueza musical e dramática. Deborah Warner, na sua primeira colaboração com William Christie, criou uma posta em cena sofisticada, aclamada tanto pela crítica quanto pelo público. 
  

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Exibições

// Belém // 10.11, ter, 14h00 // Auditório Hangar
// Manaus // 20.10, ter, 17h00 // Cine Teatro Guarany
// Rio de Janeiro // 17.10, sab, 17h00 // Instituto Moreira Salles
// Rio de Janeiro // 20.10, ter, 20h00 // Praça dos Correios
// São Paulo // 25.11, qua, 20h00 // Cinemateca área externa
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