Orfeu e Eurídice

Direção: Gérard Mortier

Ópera em 3 atos de Christoph Willibald Glück 

Versão ópera-balé, coreografado por Pina Bausch 

Cantado em Alemão – 2008 – 104’ 
 
Direção musical: Thomas Hengelbrock 

Opéra de Paris e Bathasar-Neumann Ensemble 

Com : Marie-Agnès Gillot, Yann Bridard (bailarinos), Maria Riccarda Wesseling, Julia Kleiter (cantores) 

Filmado por: Vincent Bataillon et François Duplat 

Produção: Bel Air Media, Opéra National de Paris, ARTE 

A lenda de Orfeu e Eurídice, narrada na Geórgica de Virgílio, é um dos grandes clássicos da antiguidade. Orfeu, filho da musa Calíope e do rei de Trácia, tem o dom de encantar os deuses com seu canto. Quando sua amada Eurídice morre de uma mordida de cobra, os deuses, sensibilizados, aceitam devolvê-la com a condição de que ele não olharia para ela antes de voltar para o mundo dos vivos. Mas ele cede à tentação. É com Orfeu que Glück demonstra, pela primeira vez, um interesse pela expressão dramática, fato que causou grande furor na época. 

Glück foi, durante quase um século após a retomada de Orfeu pela adaptação de Berlioz, o único compositor antigo cuja obra foi regularmente encenada nos teatros modernos. A coreografia de Pina Bausch mostra como a obra ainda é intrinsecamente contemporânea. A coreógrafa concilia os corpos dos cantores e dos bailarinos, colocando-os lado a lado no palco. Dois Orfeus, duas Eurídices, uma voz que ganha corpo. 

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Exibições

// Belém // 11.11, qua, 19h00 // Auditório Hangar
// Manaus // 21.10, qua, 17h00 // Cine Teatro Guarany
// Rio de Janeiro // 16.10, sex, 19h00 // Instituto Moreira Salles
// Rio de Janeiro // 20.10, ter, 21h30 // Praça dos Correios
// Rio de Janeiro // 25.10, dom, 16h30 // Teatro dos Correios
// São Paulo // 25.11, qua, 21h15 // Cinemateca área externa
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